sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Histórico da Produção de Moedas do Real - Banco Central


BANCO CENTRAL DO BRASIL

Departamento do Meio Circulante – MECIR                     Mecir/Gabin                                                               Atualização 3 de outubro/2011


Histórico de produção / Eras de cunhagem de moedas do REAL  1ª família  – período:  1994 a 1997        (Em mil  moedas)

REAL

Material

R$

Era
1994
Era
1995
Era
1996
Era
1997
Diâmetro (mm)
Peso (g)
Espessura (mm)
Bordo

1ª família
Aço inox
0,01
887.100
283.799
320.000
500.000
20
2,96
1,2
Liso

Aço inox
0,05
732.980
240.000
111.600
235.000
21
3,27
1,2
Liso

Aço inox
0,10
640.682
240.000
255.000
265.000
22
3,59
1,2
Liso

Aço inox
0,25
285.000
141.000
-
-
23,5
4,78
1,4
Liso

Aço inox
0,50
421.898
60.000
-
-
23
3,92
1,2
Liso

Aço inox
1,00
215.000
-
-
-
24
4,27
1,2
Liso

Histórico de produção / Eras de cunhagem de moedas do REAL  2ª família  –  período:  a partir de 1998                                                                     (Em mil  moedas)

REAL
Material
R$
Era
1998
Era
1999
Era
2000
Era
2001
Era
2002
Era
2003
Era
2004
Era
2005
Era 2006
Diâmetro (mm)
Peso (g)
Espessura (mm)
Bordo
2ª família
Aço eletr/cobre
0,01
185.250
104.874
88.256
242.924
161.824
250.000
167.232
-
-
17
2,43
1,65
Liso

Aço eletr/cobre
0,05
116.324
11.264
28.416
175.940
153.088
260.000
262.656
230.144
255.488
22
4,10
1,65
Liso

Aço eletr/bronze
0,10
141.540
9.620
26.880
134.701
172.032
252.666
348.480
362.112
265.728
20
4,80
2,23
Serrilhado

Aço eletr/bronze
0,25
43.238
32.766
25.312
92.642
100.096
147.200
160.000
100.096
110.720
25
7,55
2,25
Serrilhado

CuNi
0,50
24.900
-
14.912
14.735
-
-
-
-
-
23
9,25
2,85
Legenda

Aço inox
0,50
-
-
-
-
189.952
143.696
-
122.416
39.984
23
7,81
2,85
Legenda

CuNi (núcleo)
 e alpaca (anel)
1,00
18.600
3.840
-
-
-
-
-

-
-
27
7,84
1,95
Serrilhado
Intermitente

Aço inox (núcleo)
aço eletr/bronz (anel)
1,00
-
-
-
-
104.192
100.000
150.016
83.776
179.968
27
7,0
1,95
Serrilhado
Intermitente

REAL
Material
R$
Era 2007
Era  2008
Era  2009
Era  2010
Era  2011
Diâmetro (mm)
Peso (g)
Espessura (mm)
Bordo
2ª família
Aço eletr/cobre
0,01
-
-
-
-
-
17
2,43
1,65
Liso

Aço eletr/cobre
0,05
403.968
28.672
400.128
550.144
437.504
22
4,10
1,65
Liso

Aço eletr/bronze
0,10
316.800
534.412
205.748
520.128
328.512
20
4,80
2,23
Liso

Aço eletr/bronze
0,25
118.784
269.031
200.985
240.000
115.584
25
7,55
2,25
Serrilhado

CuNi
0,50
-
-
-
-
-
23
9,25
2,85
Legenda

Aço inox
0,50
130.032
290.080
300.048
170.016
116.928
23
7,81
2,85
Legenda

CuNi (núcleo)
 e alpaca (anel)
1,00
-
-
-
-
-
27
7,84
1,95
Serrilhado
Intermitente

Aço inox (núcleo)
aço eletr/bronz (anel)
1,00
275.712
664.833
245.247
220.032
88.448
27
7,0
1,95
Serrilhado
Intermitente

ALTERAÇÕES DE  METAIS E  PESOS                                                                                     

REAL
Material
R$
Era  2002 em diante
Diâmetro (mm)
Peso (g)
Espessura (mm)
Bordo
2ª família
Aço inox
0,50
A partir de jun/02
23
7,81
2,85
Legenda

Aço inox (núcleo)
aço eletr/bronze (anel)
1,00
A partir de jun/02
27
7,0
1,95
Serrilhado
Intermitente
                                                                                                                                                                           




Notas:
                Fonte: CMB
ü       Aço eletr/cobre   = Aço eletrorrevestido (aço carbono revestido de cobre);
ü       Aço eletr/bronze = Aço eletrorrevestido (aço carbono revestido de bronze);
ü       CuNi = Cupro Níquel (liga de cobre e níquel);
ü       Alpaca = liga de cobre, zinco, níquel e prata;
ü       Na produção de moedas de R$0,10 e R$0,25 (1ª família), era 1995, estão incluídas 1.000.000 de moedas da FAO, para cada denominação;
ü       As Moedas com era de 1998 (2ª família) de R$0,01, R$0,05, R$0,10 e R$0,25 foram produzidas com discos CBS (Copper Bonded Steel)  e ABS (Aureate Bonded Steel) importados.  A partir de 1999, passaram a ser produzidas pela CMB, em aço eletrorrevestido (cobre ou bronze);
ü       Na produção de moedas de R$1,00, era 1998, estão incluídas 600.000 moedas produzidas alusivas ao Cinqüentenário dos Direitos Humanos;
ü       A partir de 24.06.02 as moedas de R$0,50 e R$1,00 passaram a ser produzidas com peso e composição metálica diferentes;
ü       Na produção de moedas de R$1,00, era 2002, estão incluídas 50.000.000 de moedas comemorativas ao centenário de JK;
ü       Na produção de moedas de R$1,00, era 2005, estão incluídas 40.000.000 de moedas comemorativas aos 40 anos do BC;
ü       O peso da moeda de R$ 0,50, era a partir de 2002, teve seu valor corrigido de 6,80 para 7,81 gramas

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Austrália cunha maior e mais valiosa moeda de ouro do mundo - Terra


Austrália cunha maior e mais valiosa moeda de ouro do mundo - Terra: "A maior e mais valiosa moeda de ouro do mundo, que traz a rainha Elizabeth II na frente e a silhueta de um canguru no verso, foi apresentada nesta quinta-feira pela Casa da Moeda de Perth, no oeste da Austrália.
Com 99,99% de pureza e cerca de 1 tonelada, a moeda tem 80 cm de diâmetro, 12 cm de espessura. O site da Casa da Moeda de Perth avalia a peça em US$ 55,7 milhões.
"Cunhar uma moeda deste tamanho e peso foi um grande desafio, algo que está ao alcance de poucas casas de moeda", destacou o diretor-executivo do organismo responsável, Ed Harbuz, durante a apresentação, conforme a rádio local ABC."

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A maior coleção de moedas e medalhas da Copa do Mundo

O colecionador Bernardo Marin Neto montou a maior coleção de moedas, medalhas e artefatos sobre Copa do Mundo de Futebol conhecida no Brasil e agora resolveu montar um site para divulgação de sua coleção.
Vale a pena visitar:
http://www.moedasemedalhasmundialdefutebol.com/
Vamos prestigiar!!!

Barras de Ouro - Casa de Fundição Serro Frio


O Museu de Valores do Banco Central do Brasil tem no seu acervo três lingotes de ouro oriundos da Casa de Fundição Serro Frio (Vila do Princípe), em Minas Gerais. As barras fundidas em Serrro Frio são raras, tendo conhecimento da existência de apenas 21 peças, do período de 1809 a 1832.
<>

Barra de Ouro -  Casa de Fundição Serro Frio
Ano: 1930 -  Número 54 - Peso: 1 oz e 33 grãos
        Acervo do Museu de Valores do BCB
Neste mês de outubro, exatamente nos dias 25 e 26, será leiloada nos USA um lingote de ouro da Casa de Fundição de Serro Frio,  a peça é acompanhada do bilhete expedido pela Casa de Fundição de Villa Rica.
O lingote de ouro é de número 114, com 39,74 gramas, a estimativa de venda é de aproximadamente de 100 mil dólares. Para mais informações sobre o leilão consultar "www. auction.sedwickcoins.com". 




Certificado emitido pela Casa de Villa Rica
clique nas imagens para ampliação


Fonte: Blog da AAMV - Associação dos Amigos do Museu de Valores - 
http://aamuseuvalores.blogspot.com/2011/10/barras-de-ouro-casa-de-fundicao-serro.html

sábado, 22 de outubro de 2011

Folha.com - Folhinha - Crianças colecionam cartas, pedras e até pontas de lápis - 22/10/2011

Folha.com - Folhinha - Crianças colecionam cartas, pedras e até pontas de lápis - 22/10/2011: "Colecionar é uma arte antiga. De tão importante, até inventaram um lugar chamado museu para colocar as coleções mais bacanas.

Mas colecionar é também uma maneira de fazer arte e se divertir. O objeto colecionado não precisa ser valioso como um quadro de Picasso. Uma coleção pode ser feita de coisas aparentemente sem valor, como figurinhas, lacres, fotos e até, por que não, memórias."

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

XV CONGRESSO BRASILEIRO DE NUMISMÁTICA

XV CONGRESSO BRASILEIRO DE NUMISMATICA

Data: 01 a 03 de Dezembro de 2011.

LOCAL: Hotel Novotel São Paulo Jaragua Convention
Rua Martins Fones, 71 – Centro – São Paulo

Reservas diretamente com o SR. Wiron Cintra:
Tels: 3209.6567 – 9356.4740 email: wircin@globo.com

Diarias Especiais aos participantes do evento:
Quarto Single: R$ 225,00
Quarto Duplo: R$ 255,00
Ambas sem café da manhã – taxa por dia R$ 2,20 + 5% ISS

Organizado pela SOCIEDADE NUMISMÁTICA BRASILEIRA

domingo, 21 de agosto de 2011

Nova cédula de 100 reais é a mais falsificada no Brasil

Lançadas no fim do ano passado, as novas cédulas de 100 reais foram cuidadosamente desenvolvidas por anos pelo Banco Central e pela Casa da Moeda com um único objetivo: atrapalhar a ação de falsificadores. Mas, ao contrário dos planos das autoridades, as novas cédulas são proporcionalmente mais falsificadas do que as antigas, que estão nas carteiras dos brasileiros desde 1994.Leia o texto completo em  Economia - Notícia - VEJA.com

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

1° de Agosto é o Dia do Selo Postal Brasileiro

Seguindo o exemplo da Inglaterra, que fez uma ampla reforma postal no ano de 1840, D. Pedro II também adotou medidas para modernizar os correios do império. Assim, em 1º de agosto de 1843, o Brasil emite o segundo selo do mundo, o “Olho-de-Boi”, que é hoje uma raridade e pode valer até 660 mil dólares, dependendo da peça. Pela importância do acontecimento, nesta data é comemorado o Dia do Selo Postal Brasileiro.

A Filatelia no País prosseguiu com a criação dos selos “Inclinados”, em 1844, “Olhos-de-Cabra”, em 1850 e “Olhos-de-Gato”, em 1854. Os primeiros selos comemorativos, celebrando o 4.º Centenário do Descobrimento do Brasil, foram emitidos em 1900; os selos alusivos ao 3.º Congresso Panamericano/RJ, em 1906, vieram em seguida.

Sucederam muitas mudanças no sistema postal brasileiro. Os selos contribuíram para registrar estes acontecimentos, como foi o caso da criação do serviço postal aéreo, em 1920, com selos exclusivos no período de 1927 a 1934.

Desde o século XIX, a Filatelia tornou-se uma atividade cultural. Os selos comemorativos, por exemplo, registram os aspectos socioculturais das nações, tornando-se fontes inesgotáveis de pesquisa, entretenimento e investimento.

Sempre procurando inovar, o Brasil foi o primeiro país do mundo a lançar um selo com legenda em braile, emitido em 1974, e o segundo do mundo a lançar um selo tridimensional (holograma), em 1989. O pioneirismo brasileiro revelou-se mais uma vez, quando foi lançado, em 1999, o primeiro selo do mundo com odor. Em 2010, os Correios do Brasil foi o primeiro do continente americano a lançar um selo em tecido (Centenário do Sport Club Corinthians Paulista).

Durante pouco mais de um século e meio de existência, o selo tornou-se conhecido no mundo como um objeto de dupla finalidade: um meio de cobrar os serviços de postagem e uma peça de coleção. Para compreender a existência do selo como peça de coleção, pode-se tomar como ponto de partida a antiga expressão latina "ars una, species mille" — “a arte é uma, mas tem mil faces”. Ela reflete muito bem o espírito da Filatelia, que abrange os mais variados tipos de coleção. A escolha dependerá exclusivamente da vontade livre do colecionador.

Em 2013 serão comemorados os 170 anos do lançamento do primeiro selo “Olho-de-Boi” e os 350 anos de implantação do serviço de correios no Brasil. Para homenagear essas datas, os Correios do Brasil realizarão a Exposição Mundial Brasiliana 2013, com apoio da Federação Internacional de Filatelia (FIP). O evento acontecerá no Rio de Janeiro e contará com a participação de filatelistas e expositores de todo o mundo.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Bilhões de moedas de dólar que ninguém quer abarrotam cofres dos EUA

Mais de um bilhão de moedas de um dólar acumulam pó e abarrotam os cofres do governo dos Estados Unidos sem que ninguém as queira, apesar da atual cruzada contra o desperdício público.

As indesejadas peças douradas de manganês são fruto de uma lei de 2005 que ordenou que fossem cunhadas moedas de um dólar com o rosto dos presidentes do país.

O objetivo do Congresso dos EUA ao aprovar a lei, que prevê também a emissão de moedas comemorativas do indígena Sacagawea, era ter mais moedas de um dólar em circulação e cumprir uma função educativa.

O programa esperava também reduzir as despesas vinculadas à maior deterioração das notas de um dólar e obter lucro ao vender ao público por um dólar moedas que cuja produção custa 30 centavos.

Segundo um estudo publicado este ano pela unidade de investigação do Congresso, o Governo obteria um lucro líquido de US$ 5,5 bilhões em 30 anos ao substituir a nota de dólar pela moeda do mesmo valor.

Mas uma investigação recente da Rádio Pública Nacional (NPR, na sigla em inglês) revelou a outra cara da moeda: montanhas de bolsas de plástico em câmaras de segurança do Federal Reserve (Fed, banco central americano) com dinheiro que ninguém quer.

O Fed explicou em relatório enviado ao Congresso no ano passado que os bancos lhe enviam cada vez mais moedas, e que não tem razões para pensar que a demanda vá melhorar.

Uma pesaquisa da empresa Harris de 2008 mostrou que três quartas partes dos americanos preferem a nota de um dólar, conhecida popularmente como "greenback".

Alan Stahl, conservador da coleção numismática da Universidade de Princeton, declarou à Agência Efe que enquanto os EUA continuarem imprimindo notas de um dólar será "extremamente difícil" que os cidadãos prefiram as moedas.

"É um assunto político que surge de forma periódica, mas o Congresso está empenhado em continuar imprimindo as notas, embora seja um esbanjamento", disse Stahl.

O especialista insistiu em que "todos os grandes países do mundo usam uma moeda para valores equivalentes aos de um dólar", e deu como exemplo o caso do euro e da libra esterlina.

Andrew Gause, um historiador de divisas e autor de livros como "The Secret World of Money" (O Mundo Secreto do Dinheiro), defende também a moeda de um dólar, embora reconheça que o atual programa se encaminha para o desastre.

"O custo de produzir as moedas acumuladas pelo Fed ronda os US$ 300 milhões de dólares e se tivessem que fundi-las provavelmente seriam necessários cerca de US$ 100 milhões", explicou à Efe
Gausetambém pensa que a solução é deixar de imprimir notas.

"Se fosse por mim teríamos moedas de um dólar, de cinco, de dez", afirmou, para acrescentar que as notas "são mais fáceis de falsificar e se desgastam antes", com uma duração média de 18 meses frente aos 15 anos ou mais das moedas.

A Casa da Moeda, com sede em Washington, cunhou o primeiro rodízio de moedas presidenciais de um dólar em 2007 com os rostos de George Washington (1789-1797), John Adams (1797-1801), Thomas Jefferson (1801-1809) e James Madison (1809-1817), os quatro primeiros do país.

Desde então, são cunhadas moedas de quatro presidentes ao ano.

Este ano será a vez de Andrew Johnson (1865-1869), Ulysses Grant (1869-1877), Rutherford Hayes (1877-1881) e James Garfield (1881), e assim até 2016 quando sairão as últimas moedas com os rostos de Richard Nixon (1969-1974) e Gerald Ford (1974-1977).

Segundo os dados da NPR, 60% dos 2,4 bilhões de moedas de dólar cunhadas desde 2007 estão em circulação, mas os 40% restantes estão empilhadas em câmaras de segurança, e o Fed de fato está ficando sem espaço para guardá-las.

Seja como for, os especialistas concordam que tanto o protagonismo das notas como o das moedas está em declive perante o aumento das transações eletrônicas.

Isso explica que o número de notas de um dólar que saiu no ano passado das prensas governamentais fosse o mais baixo da história moderna dos EUA, que o número de notas de cinco dólares fosse a menor em cinco anos e que, pela primeira vez, não se imprimisse notas de dez.